Suspensão de vacina da Janssen; paracetamol e AVC em hipertensos

J&J vai fechar fábrica e suspender, por tempo indeterminado, fabricação de vacina da Janssen


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Na última terça-feira (8), fontes informaram ao jornal The New York Times que a Johnson & Johnson decidiu suspender — por tempo indeterminado — a fabricação da vacina da Janssen contra covid-19. Segundo os informantes, a medida é temporária e a empresa deve passar a produzir a fórmula em uma instalação localizada em Leiden, na Holanda. O motivo teria sido o fato de o imunizante não ser "economicamente rentável".


Não se sabe quando a fábrica holandesa passará a manufaturar as vacinas da Janssen, no entanto, já que concentra esforços em outra vacina, ainda em fase experimental, que nada tem a ver com a covid-19. É esperado, portanto, que o fornecimento de doses da Janssen seja impactado com uma redução significante, na casa das centenas de milhões de doses. Isso pode afetar a distribuição de vacinas em vários países.


Paracetamol pode causar AVC em hipertensos


Paracetamol: estudo alerta para chances 20% maiores de AVC e infarto em pacientes com pressão alta


Na segunda-feira (7), um artigo que saiu na revista Circulation alertou para os riscos de uso de paracetamol em pessoas que sofrem de pressão alta: o remédio está associado a um aumento significativo nas chances de acidente vascular cerebral (AVC) e infarto do miocárdio.


Pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, analisaram 110 pacientes com histórico de hipertensão que tomavam paracetamol quatro vezes ao dia para dores crônicas, e os dividiram em dois gurpos: um que manteve o remédio, e outro que usou placebo, sem saber. Duas semanas depois, os cientistas notaram que o primeiro grupo teve um aumento significativo da pressão arterial. A conclusão é que o medicamento representa um risco 20% maior para infarto ou derrame em hipertensos.


3ª dose da CoronaVac funciona contra Ômicron


Reforço da CoronaVac desencadeia 95% de resposta imune contra a variante (Imagem: Reprodução/ Governo de São Paulo)


Em uma pesquisa para avaliar a eficácia e segurança da CoronaVac contra a variante Ômicron, pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências descobriram que o reforço desencadeia uma resposta imune contra a variante em 95% dos imunizados. Entretanto, a resposta é menor quando comparada a outras cepas do coronavírus. O artigo saiu na Nature.

“Nosso estudo revelou que o regime de vacinação de três doses da CoronaVac induz uma resposta imune melhorada, com neutralização significativamente aumentada. Além disso, um subconjunto de anticorpos neutralizantes altamente potentes contra as variantes de preocupação estava presente em pelo menos quatro indivíduos [entre 60 investigados]”, afirmam os autores do estudo. 


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